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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Nas terras do meu bosque eu semeio

Uma semente que germina

O ser que brota supera o anseio

Muito melhor que se imagina.Clicando aqui, você ouve a música
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Sugestionado pelo poeta que o escrevera, o governante cedeu ao seu ímpeto emocional e decidiu não expurgar uma economia intemperada que abalroaria os desvalidos. O texto disposto em versos fê-lo remeter-se a seu modesto exórdio, recordando a intrepidez laboral de seus progenitores para proverem o seu sustento e o de seus irmãos.

Como se fosse remetido a semotos espirais nebulosos que pairam no cosmo, o político pôde presenciar o seu pai, um vigia noturno, em pleno sereno, batendo, ferrenhamente, os pés, no cimento álgido, com o fim de aquecer-se. Foram elocuções que forjaram um estopim. Embora contrariando os interesses obscuros dos possessores, não inflacionou os tributos que incidiam nos principais itens sazonais de inverno da cesta básica. Os módicos desjejuns matinais, sob o viço do orvalho, continuariam regados a cafés com leite quentinhos.
(Trecho do texto "O vestígio de vento que soprou na contrição")
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– Moça, vê se tem ”Pai Rico, Pai Pobre”, do Robert Kiyosaki. É K – I – Y – O – S – A – K – I.

Ela é lerda pra pensar e pra digitar. Sai catando milho no teclado. Digita o K, depois de quatro segundos digita o I e depois de mais quatro segundos digita o Y.

– É K – I – Y e mais o que, moço? – relincha repetidamente a loiríssima.

– K – I – Y – O – S – A – K – I – digo, com o meu estoque de paciência já indo pro beleléu.

– K – I – Y e? – insiste a limitada, como se um mantra fosse.

– Olha, moça, a julgar pela sua encantadora beleza física e precária capacidade racional, eu diria que, com você, ficaria apenas no K. Y. mesmo.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Eu sonhava tanto
Em dividir meu canto
Mas o canto que eu quis morar
Você não quis cantar

Por isso eu resolvi
Ficar mesmo por aqui
Até edifiquei meu teto
E recebo dele afeto.
(Trecho da poesia "Longínquo Horizonte")
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Por isto fingimos que nos interessamos uns pelos outros. E, de modo geral, somos bem-sucedidos no desempenho deste talento aprendido e transmitido entre gerações. É claro que remanescem "licenças poéticas" que nos permitem quebrar a regra, como agora, ao estruturar-se textualmente construções assentadas por meandros gramaticais que envolverão com simpatia quem lê, afinal o receptor estava ávido pela sensação de alívio que, nesta ocasião, é-lhe proporcionada: o encontro com dizeres sinceros que ele sempre carregou dentro de si em formato de percepções emotivas que nunca foram traduzidas em vocábulos.

Esta é a minha única estratégia pra fazer que gostem de mim porque, se você não detectar semelhanças entre o seu egozinho autocentrado e o meu discurso aporrinhante, nego, eu tô na roça.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Por mais desconfortável que fosse por tirar-me da calmaria de mais um crepúsculo, eu preferi ficar com o queimor nos olhos. O máximo que me permiti fazer foi pensar num poema para tentar dialogar com aquele solavanco avassalador que cutucava as minhas entranhas.

Se a borboleta é bela, por que causa dor? Se causa dor, por que é bela a borboleta? Às vezes, penso que o bonito cause dor por evidenciar as lacunas de beleza que edificamos em nosso passado. Dói admitir que perdemos boa parcela do nosso escasso tempo com pensamentos feios. Dói saber que o preclaro estava ao nosso alcance e, por vacilo, não o tocamos.
Trecho do texto "Todas as cores lembram-me dos seus versos"
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