Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!


X
Camelô Tércio é um matuto que vende apostilas de língua portuguesa... com erros gramaticais! É ele quem explica para o seu Olegário, o velho fiscal de ônibus paranoico, que tem medo de terrorista, que não existem fundamentalistas islâmicos no Brasil. Mas Olegário usa a sua imaginação e dá um jeitinho de criar um terrorista ala brazuca (ou "Alá Brazuca"). E não é que o seu Olegário tinha razão? Apareceu, naquele ponto de ônibus excêntrico, uma moça maluquinha, do jeitinho que o seu Olegário imaginou... E o camelô Tércio, vendedor de apostilas "desinformativas" não era a única figura surreal de lá. Tinha também o Barbarello, o cabeleireiro que fez o seu salão de beleza no banco da praça. E um tal de Diguinho Tocador, com seu alto poder de concisão, que usa a música pra ajudar a gente a entender as loucuras daquele lugar.
A Moça Mana - Vídeo com animação gráfica
Clicando aqui, você assiste ao desenho animado humorístico

X
O fluxo rítmico da moça sacudia diretamente dentro da cacholinha de sua cacholinha confusa. Se para ele já era um incômodo a arte e a desenvoltura talentosa de sua amada, muito mais se acentuava o desalento quando executadas naquele covil gângster.
O chefão indecoroso mencionou um encontro que tivera com o rapaz, naquele mesmo lugar, há aproximadamente dois meses, que, por suas contas, calhou na véspera do desvendamento de seus rastros. O moço não tinha lembrança do evento e muito menos de ter demonstrado contentamento pela mesma atração, conforme rememorou o contraventor, ao interpretar erroneamente o assombro dele. A alusão fez o rapaz conceber a justificativa de sua tormenta que culminou no acidente. Atordoado, lançou mão de todas as concordâncias pertinentes para que o ancião deixasse-o partir em paz.
Ao engatar a marcha ré e acelerar por alguns metros, viu a suntuosa edificação diminuir de tamanho em relação à distância que tomava. Era uma espécie de despedida proporcionada pelo vislumbre da última imagem necessária para assentar a certeza de que era a ocasião cabida do ponto derradeiro. Os acontecimentos haviam enveredado por meandros que garantiam não restarem dúvidas de que os eixos dos valores mais essenciais foram abalados.Clicando aqui, você lê o conto completo
O chefão indecoroso mencionou um encontro que tivera com o rapaz, naquele mesmo lugar, há aproximadamente dois meses, que, por suas contas, calhou na véspera do desvendamento de seus rastros. O moço não tinha lembrança do evento e muito menos de ter demonstrado contentamento pela mesma atração, conforme rememorou o contraventor, ao interpretar erroneamente o assombro dele. A alusão fez o rapaz conceber a justificativa de sua tormenta que culminou no acidente. Atordoado, lançou mão de todas as concordâncias pertinentes para que o ancião deixasse-o partir em paz.
Ao engatar a marcha ré e acelerar por alguns metros, viu a suntuosa edificação diminuir de tamanho em relação à distância que tomava. Era uma espécie de despedida proporcionada pelo vislumbre da última imagem necessária para assentar a certeza de que era a ocasião cabida do ponto derradeiro. Os acontecimentos haviam enveredado por meandros que garantiam não restarem dúvidas de que os eixos dos valores mais essenciais foram abalados.Clicando aqui, você lê o conto completo


X
Vejo um novo pássaro a voar
Cruzando o sol que me ilumina
Raios refletem em calota polar
Uma flor nasce na campina.
Sem torpor
Você me surge
Pra compor
Na alma urge
Abro a porta:
Olá, Karina!
Cruzando o sol que me ilumina
Raios refletem em calota polar
Uma flor nasce na campina.
Sem torpor
Você me surge
Pra compor
Na alma urge
Abro a porta:
Olá, Karina!
(Trecho da letra de música "Olá, Karina!")
Clicando aqui, você ouve a poesia

X
Naquela noite de sábado, no sarau, fui convidado a declamar a minha poesia. Foi muito bom. Tudo o que saiu de dentro de mim, enquanto estava lançado no canto poeirento do quarto, pensando estar sozinho no mundo, ia ao encontro do sentimento de tanta gente. Pensamos que somos únicos e, de certo modo, somos mesmo, até certo ponto, mas é assustador quando descobrimos que sentimentos tão íntimos são comuns ao animal humano.
Por um lado, é agradável porque nos sentimos mais compreendidos e menos sozinho, entretanto, por outro, é péssimo porque perdemos aquela sensação de individualidade, da qual sentimos um orgulho besta que achamos ser o elemento diferenciador dos demais pares.
Não é o ser humano que não sabe o que quer, são os sentimentos que são ambíguos demais. Ao mesmo tempo que é tolice querer que o Universo funcione conforme as nossas próprias regras, as adversidades também não precisavam pegar tão pesado, não é Senhor Criador?
Este é o preço caro que se paga por ter um cérebro pensante e a dificuldade que se tem de encontrar pessoas inteligentes para compartilhá-lo.
Por um lado, é agradável porque nos sentimos mais compreendidos e menos sozinho, entretanto, por outro, é péssimo porque perdemos aquela sensação de individualidade, da qual sentimos um orgulho besta que achamos ser o elemento diferenciador dos demais pares.
Não é o ser humano que não sabe o que quer, são os sentimentos que são ambíguos demais. Ao mesmo tempo que é tolice querer que o Universo funcione conforme as nossas próprias regras, as adversidades também não precisavam pegar tão pesado, não é Senhor Criador?
Este é o preço caro que se paga por ter um cérebro pensante e a dificuldade que se tem de encontrar pessoas inteligentes para compartilhá-lo.
(Trecho da crônica para rádio "Filosofias afrodisíacas para convencer mulheres")
Clicando aqui, você ouve a crônica

X
A área imensa, cercada plenamente por uma rede de ferro, era composta por montes de terra contíguos com superfícies permeáveis semelhantes a formigueiros. Eram como se fossem centenas de formigueiros gigantescos emaranhados, cujos topos margeavam uma altitude correspondente a uma dimensão pouco acima à estatura de seus joelhos.
Nas suas frequentes andanças solitárias, nunca o seu coraçãozinho palpitou tanto. Ao lampejo dos seus glóbulos oculares, estava frente a frente com o que, para ele, era o corpo celeste tão distante, a musa dos poetas, foco de seu brinquedo que ganhara do bom velhinho no último natal. Parecia um delírio, mas ele poderia passear sobre a Lua.
Estava, então, preenchido aquilo que, outrora, supria parcialmente o seu apetite pelo romântico: a poesia. Após aquele ínterim, a Lua também daria conta do seu lado desbravador, como no filme com Harrison Ford por ele visto, que não era de viagem espacial, mas encorajava os seus instintos aventureiros.Clicando aqui, você lê o conto completo
Nas suas frequentes andanças solitárias, nunca o seu coraçãozinho palpitou tanto. Ao lampejo dos seus glóbulos oculares, estava frente a frente com o que, para ele, era o corpo celeste tão distante, a musa dos poetas, foco de seu brinquedo que ganhara do bom velhinho no último natal. Parecia um delírio, mas ele poderia passear sobre a Lua.
Estava, então, preenchido aquilo que, outrora, supria parcialmente o seu apetite pelo romântico: a poesia. Após aquele ínterim, a Lua também daria conta do seu lado desbravador, como no filme com Harrison Ford por ele visto, que não era de viagem espacial, mas encorajava os seus instintos aventureiros.Clicando aqui, você lê o conto completo


X
Dizem que não devemos colocar a Vagina num pedestal. Lidar com a Vagina como algo trivial e corriqueiro é a melhor estratégia pra preservá-la como sua.
Se dermos muita importância a Ela, perdê-la-emos, pois a Vagina odeia ser idolatrada como Deusa com tanta chatice. Então, a partir de agora, chamá-la-ei de vagina – com letra minúscula – pra ver se conservo a próxima com a qual tiver algum affair.
Caso a vagina perceba o meu desprendimento, sentir-se-á rejeitada e esforçar-se-á pra ser minha... só minha! Joguinhos e desafios é o que elas querem, portanto é isto que lhes oferecerei, por mais idiota que eu considere este entretenimento. O prazer sexual – de forma intrínseca – nunca vai ser suficiente. Brincaremos, pois.
Mas vamos por ordem de relevância: primeiro o meu livro porque não quero ter crise de abstinência. Minhas mãos já estão começando a tremer...Clicando aqui, você ouve a crônica
Se dermos muita importância a Ela, perdê-la-emos, pois a Vagina odeia ser idolatrada como Deusa com tanta chatice. Então, a partir de agora, chamá-la-ei de vagina – com letra minúscula – pra ver se conservo a próxima com a qual tiver algum affair.
Caso a vagina perceba o meu desprendimento, sentir-se-á rejeitada e esforçar-se-á pra ser minha... só minha! Joguinhos e desafios é o que elas querem, portanto é isto que lhes oferecerei, por mais idiota que eu considere este entretenimento. O prazer sexual – de forma intrínseca – nunca vai ser suficiente. Brincaremos, pois.
Mas vamos por ordem de relevância: primeiro o meu livro porque não quero ter crise de abstinência. Minhas mãos já estão começando a tremer...Clicando aqui, você ouve a crônica





