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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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– É mesmo necessário que eu responda a essa pergunta?

– Não. Eu só perguntei pra sacanear você. Ahahahaha…

– Obrigado. Não estou numa entrevista de doadores de sangue. Estou num show humorístico e sou o ator que serve de escada para a protagonista brilhar.

– É a primeira vez que saio da linha, de modo tão surreal, como agora. O mérito é todo seu, senhor Marcelo. Saiba que sempre sou muito profissional. Mas, não sei por que, senti uma energia diferente em você e quis brincar um pouco. Vai lá doar o sangue. Você é sangue bom em todos os sentidos. Gostei de você. Prazer, o meu nome é Silvia.

– E não é pra menos. Sua mãe acertou no seu nome. Faço minhas as palavras do Marcelo Nova.

– Ooooolha… eu sou funcionária pública. Isso é desacato, viu?

– Eu sei. Por isso não digo o que eu gostaria de berrar no seu ouvido, mas dou graças pelo cantor que já fez isso por mim na década de oitenta.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Passeio no jardim do Trianon
Floreio o que há em mim, sine qua non
No Centro Cultural Rua Vergueiro
Cinema e sarau pro dia inteiro.

Melhor gastronomia se degusta
É tanta pizzaria, Rua Augusta
Faz um cuscuz para que o tacho eu raspe
No meio da Paulista eu acho o MASP.

Jogo de futebol, Pacaembu
Vamos tomar um sol na zona sul
Correndo lá no Ibirapuera
Um kart em Interlagos acelera.Clicando aqui, você lê a letra completa
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A Lua... ele adorava a Lua! Precocemente, leu Júlio Verne. Sua paixão era tamanha que ele acreditava irem as almas boas morar em seus furinhos. E com a luneta que ganhou do Papai Noel, aos oito anos de idade, em mil novecentos e oitenta e cinco, contemplou-a por muitas noites da segunda metade daquela finada década.

Entretanto, o instrumento científico apenas satisfez a sua filia poética, que era vasta, porém, não única. A criatividade dos joguetes engenhosos era irmã da arte de sonhar por intermédio dos versos.

E os disquinhos coloridos de estorinhas da Disney que soavam pelo autofalante da sua vitrolinha Philips amarela eram tão somente um tipo de aperitivo do mundo das peripécias emocionantes que exclusivamente divertiam e instigavam, mas – ele tinha lucidez – restringir-se a elas fazia o tira-gosto, sinônimo de aperitivo, de fato, ser concebido ao pé da letra, pois tirava o gosto fantástico dos estímulos geniais particulares, para o jovem, bem mais recreativos.

E, numa hora média de uma manhã de outono, durante o intervalo das aulas, caminhando pela zona proibida do amplo pátio do colégio em que estudava, avistou um terreno anexo à retaguarda da edificação.Clicando aqui, você lê o conto completo
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Políticos ladrões são facilmente digeridos pelo aparelho digestivo dos brasileiros, mas arrogância não!

A arrogância estraga tudo. Pode levar a minha carteira, mas não olhe no fundo dos meus olhos e me diga que és um excelente trombadinha. Isso ninguém admite.

Até os artistas brilhantes e as mentes acima da média perdem o encanto quando um homem deixa a altivez do ego subir à cabeça e emite, desdenhosamente, aquele sorrisinho soberbo. Ninguém suporta.

Vicente Viscome fez isto. Após conseguirem, heroicamente, barrar mais uma abertura da CPI da máfia dos fiscais, todos os malandros vereadores quedaram-se humildes, menos o senhor Vicente Viscome, que começou a gargalhar adoidado e fazer gestos obscenos no meio do plenário.

Aquela imagem foi exaustivamente reprisada em câmera lenta e o paulistano médio ficou com sangue no zóio.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Em meados do mês de novembro de 1985, época em que o natal começa a permear a fantasia coletiva, a professora de artes pediu a nós, crianças de oito anos que cursavam a segunda série, que desenhássemos o Papai Noel. Seria realizada uma votação, entre os próprios alunos, para decidir qual dos desenhos era o mais bonito.

Nunca fui hábil na técnica de contornar figuras manualmente, por isso não dei muita importância àquela tarefa.
(Trecho da crônica para rádio "O que eu aprendi com o Papai Noel")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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E eu não sei
Se esse é o momento
Mas esperei
Você e seu passo lento.

Que demorou
Tardou a chegar
Mas quando chegou
Chegou pra ficar.

Você mudou a minha vida
A coisa velha foi destruída
E algo novo...
Nasceu! Nasceu!
Chegou pra ficar!
Chegou pra ficar!Clicando aqui, você assiste ao making off da Banda Lyra Azul no estúdio