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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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– Fez tatuagem nos últimos doze meses?

– Não.

– E essa tatuagem no seu peito, que dá pra ver pela gola V da sua camiseta?

– Fiz há 17 anos. Está bom para a senhora?

– Esteve resfriado nos últimos sete dias?

– Não.

– Mas eu ouvi você espirrando no corredor.

– É que eu tenho alergia a chatos. E não é nada com a senhora. É uma autoalergia.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Aquele último acorde é você ausente
Sua última imagem presa à minha mente
Em mim, a canção continua tinindo
Frente aos meus olhos, está você, sorrindo.

Estou sonhando, mas finjo estar acordado
Estou com frio, me aqueço ao travesseiro, abraçado
Aquela forte chuva lá de fora
É ignorada pelo meu sonho, agora.

E o maldito Relâmpago Anjo
Invade-me, formando o seu rosto
Felicidade, no momento, esbanjo
Pra admirar o que me foi exposto.
(Trecho da transcrição da fala do filme "O Relâmpago Anjo")
Clicando aqui, você assiste ao filme
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Quem, na infância, nunca teve aquele lugar secreto, próprio para fazer aventuras, que somente se torna mágico aos olhos de uma criança? No "Bobs Weigh Cafe", que, para David era a melhor cafeteria da Nova Zelândia, ele pensava nisto...

Há um biênio afastado do Brasil, o gerente de desenvolvimento de produtos nunca se desligou das experiências remotas da ultrajuventude. Os lazeres da fase de inocência que escoavam as horas infantis despreocupadas já transpareciam que o menino, ao adentrar o ciclo da maturidade, enveredaria por algum ofício de um ramo imaginativo.

Aos singelos olhos acriançados, facilmente, um casaco vestido no encosto de uma cadeira disposta num canto escuro do dormitório virava um malvado vilão das galáxias, os perfumes da penteadeira de sua mãe movimentavam-se no ritmo frenético do enredo produzido nos estúdios da sua pequerrucha cacholinha e as ondulações porosas de um campo eram por ele enxergadas como desertas crateras lunares.
Trecho do conto "David vai à Lua"
Clicando aqui, você lê o texto completo
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Os olhos tortos e vesgos da doce criatura pareciam um sensual olhar quarenta e três, meio de lado, assim saindo, como cantava Paulo Ricardo, nos anos oitenta.

O exageradamente avantajado pescoço dela funcionava como uma mola propulsora com o qual Bartira podia ser bem ligeira.

Os escassos dentes de Bartira contribuíam pra que eu não me ferisse.

A cabecinha chata de Bartira era ótima como porta-copo de Coca-Cola.

E as orelhas de abano da Bartira podiam muito bem servir como chacoalhadores, as quais eu agarrava, uma em cada mão, pra chacoalhar a pobre Bartira e incentivá-la a aumentar a velocidade.

Desde cedo, aprendi olhar o lado positivo das circunstâncias. Por isto, tenho vontade de escrever um livro de autoajuda. Vocês comprariam um livro de autoajuda escrito por Mingau Ácido?

Deixando a pesquisa de mercado pra outra hora, vamos voltar à Bartira. Doce Bartira...Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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Floresta, eu deixo. Felídeos, abandono
Sem festa, me queixo. Sem lítio e com sono
Urbano me faço. Alamedas, eu trilho
Insano, escasso, em veredas sem brilho.

Epílogo:

Espanto, não logrei o "desenrosque"
Quando me embrenhei no bosque
Para ter com os Leões-Reis.

A permissão para, somente desta vez,
Poder reger as próprias leis
Pra que nós dois fôssemos três.Clicando aqui, você lê a poesia completa
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Marx usou sua voz rouca
Pra mandar Engels calar a boca
Engels saiu correndo até o banheiro
Rebolando como uma dama de p.u.t.e.i.r.o.

O Gesto daquela menina safada
Foi interpretado por Karl Marx
Que correu pela escada
Dizendo que precisava passar um fax.
(Trecho da letra de música "Eu vi Marx comendo Engels")
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