FacebookTwitterGoogle+Linkedin
Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
X
O sol, agora, é meu amigo
No rol das coisas que eu consigo
Bemol: um tom baixa na lira.

Eu via que esse dia ia chegar
E cria que eu ia gostar
Bom dia! Minha querida Lyra.
(Trecho da letra da música "Bom dia, Lyra!")
Clicando aqui, você ouve a música
X
Fui doar sangue no Hospital das Clínicas de São Paulo, na semana passada. Na triagem, respondi às perguntas de praxe. Aquelas que a gente vai disparando NÃO a torto e a direito. Geralmente, passo essa fase muito rápido: “NÃO, NÃO, NÃO, NÃO e mil vezes NÃO”. Bato o meu recorde de nãos nesses dias que doo. E eu doo sempre. Mas nesse dia, acho que a mocinha que faz as perguntas tirou o dia para gozar com a minha cara. Acho que demorei uns quinze minutos pra conseguir sair da sala dela.

– Ingeriu bebida alcoólica nas últimas doze horas?

– Não.

– E você costuma ficar com os olhos fechadinhos assim, mesmo sóbrio?

– Não, só quando eu fico com sono por ter que responder a muitas perguntas.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
X
Plantei, na terra, mágica semente
Notei que berra, tragicamente
A serena Flor que vejo que brota
E que pena a dor, beijo idiota.

Néscio é o beijo desse jardineiro
Cresce o desejo, vê-se o corpo inteiro
Regozijar prazer do nascimento
Peculiar é o ser, novo rebento.

Tento explicar tamanha euforia
Vento do mar com sanha viria
Soprar a folha da ímpar Florzinha
Pra lá se recolha. Ela é só minha.
(Trecho da transcrição da fala do filme "Oito Cantos Sagrados")
Clicando aqui, você assiste ao filme
X
Não foi necessário um transcurso significativo de semanas para que o homem da jogatina intelectiva, como ficou popularizado nos círculos publicitários daquele país e também da Austrália, começasse a entesourar uma soma invejável de bens provenientes dos lucros obtidos com as vendas da coleção de cartões temáticos jogáveis.

Valendo-se do crescente produto interno bruto neozelandês e da respectiva prosperidade econômica da nação insular, ele comprou uma fazenda de ovelhas à beira do lago Wakatipu. A vida tornou-se tranquila, com conforto e reconhecimento.Clicando aqui, você lê o conto completo
X
Quando se é criança numa suposta casa normal, as coisas são apresentadas para nós de uma forma, no mínimo, relativamente simpática. Embora a família não seja o supremo modelo a ser seguido em termos de estruturação, tudo parece ser bonito.

Mesmo que o pai, hipoteticamente, não seja muito sóbrio e que os cuidados para que o filho não assista às cenas desarmônicas experimentadas pelos cônjuges não sejam prudentemente resguardados, o brilho dos olhos e a candura do coração de um anjinho conseguem ter mais força do que os deselegantes aviltamentos a que a matriarca aceite submeter-se.

E se, por ventura, as agressões não forem apenas verbais e as paredes do dormitório infantil combinadas com o pressionamento do macaquinho de pelúcia nos ouvidos não proporcionarem as circunstâncias sinergéticas adequadas para poupar os tímpanos do novato deste mundo de receberem informações sonoras indicadoras de que a estória da princesa – que vira no programa vespertino da emissora da rede pública de televisão – não é rigorosamente idêntica aos episódios de investidas físicas insuficientemente afáveis do genitor em relação à genitora, ainda havia o colinho da vovó aos domingos com direito a chá e torradinha.
Trecho do conto "O mundo quase perfeito"
Clicando aqui, você lê o texto completo
X
Dia já raiou
Olhos abrem
Levanto ou...
Nunca se sabe.

Estico as pernas, então
Cavernas no meu coração
(Trecho de uma das letras de música de Marcelo Garbine gravada pela Banda Lyra Azul)
Clicando aqui, você ouve as três músicas na sequência