Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!


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– É mesmo necessário que eu responda a essa pergunta?
– Não. Eu só perguntei pra sacanear você. Ahahahaha…
– Obrigado. Não estou numa entrevista de doadores de sangue. Estou num show humorístico e sou o ator que serve de escada para a protagonista brilhar.
– É a primeira vez que saio da linha, de modo tão surreal, como agora. O mérito é todo seu, senhor Marcelo. Saiba que sempre sou muito profissional. Mas, não sei por que, senti uma energia diferente em você e quis brincar um pouco. Vai lá doar o sangue. Você é sangue bom em todos os sentidos. Gostei de você. Prazer, o meu nome é Silvia.
– E não é pra menos. Sua mãe acertou no seu nome. Faço minhas as palavras do Marcelo Nova.
– Ooooolha… eu sou funcionária pública. Isso é desacato, viu?
– Eu sei. Por isso não digo o que eu gostaria de berrar no seu ouvido, mas dou graças pelo cantor que já fez isso por mim na década de oitenta.Clicando aqui, você lê o texto completo
– Não. Eu só perguntei pra sacanear você. Ahahahaha…
– Obrigado. Não estou numa entrevista de doadores de sangue. Estou num show humorístico e sou o ator que serve de escada para a protagonista brilhar.
– É a primeira vez que saio da linha, de modo tão surreal, como agora. O mérito é todo seu, senhor Marcelo. Saiba que sempre sou muito profissional. Mas, não sei por que, senti uma energia diferente em você e quis brincar um pouco. Vai lá doar o sangue. Você é sangue bom em todos os sentidos. Gostei de você. Prazer, o meu nome é Silvia.
– E não é pra menos. Sua mãe acertou no seu nome. Faço minhas as palavras do Marcelo Nova.
– Ooooolha… eu sou funcionária pública. Isso é desacato, viu?
– Eu sei. Por isso não digo o que eu gostaria de berrar no seu ouvido, mas dou graças pelo cantor que já fez isso por mim na década de oitenta.Clicando aqui, você lê o texto completo


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Passeio no jardim do Trianon
Floreio o que há em mim, sine qua non
No Centro Cultural Rua Vergueiro
Cinema e sarau pro dia inteiro.
Melhor gastronomia se degusta
É tanta pizzaria, Rua Augusta
Faz um cuscuz para que o tacho eu raspe
No meio da Paulista eu acho o MASP.
Jogo de futebol, Pacaembu
Vamos tomar um sol na zona sul
Correndo lá no Ibirapuera
Um kart em Interlagos acelera.Clicando aqui, você lê a letra completa
Floreio o que há em mim, sine qua non
No Centro Cultural Rua Vergueiro
Cinema e sarau pro dia inteiro.
Melhor gastronomia se degusta
É tanta pizzaria, Rua Augusta
Faz um cuscuz para que o tacho eu raspe
No meio da Paulista eu acho o MASP.
Jogo de futebol, Pacaembu
Vamos tomar um sol na zona sul
Correndo lá no Ibirapuera
Um kart em Interlagos acelera.Clicando aqui, você lê a letra completa


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A Lua... ele adorava a Lua! Precocemente, leu Júlio Verne. Sua paixão era tamanha que ele acreditava irem as almas boas morar em seus furinhos. E com a luneta que ganhou do Papai Noel, aos oito anos de idade, em mil novecentos e oitenta e cinco, contemplou-a por muitas noites da segunda metade daquela finada década.
Entretanto, o instrumento científico apenas satisfez a sua filia poética, que era vasta, porém, não única. A criatividade dos joguetes engenhosos era irmã da arte de sonhar por intermédio dos versos.
E os disquinhos coloridos de estorinhas da Disney que soavam pelo autofalante da sua vitrolinha Philips amarela eram tão somente um tipo de aperitivo do mundo das peripécias emocionantes que exclusivamente divertiam e instigavam, mas – ele tinha lucidez – restringir-se a elas fazia o tira-gosto, sinônimo de aperitivo, de fato, ser concebido ao pé da letra, pois tirava o gosto fantástico dos estímulos geniais particulares, para o jovem, bem mais recreativos.
E, numa hora média de uma manhã de outono, durante o intervalo das aulas, caminhando pela zona proibida do amplo pátio do colégio em que estudava, avistou um terreno anexo à retaguarda da edificação.Clicando aqui, você lê o conto completo
Entretanto, o instrumento científico apenas satisfez a sua filia poética, que era vasta, porém, não única. A criatividade dos joguetes engenhosos era irmã da arte de sonhar por intermédio dos versos.
E os disquinhos coloridos de estorinhas da Disney que soavam pelo autofalante da sua vitrolinha Philips amarela eram tão somente um tipo de aperitivo do mundo das peripécias emocionantes que exclusivamente divertiam e instigavam, mas – ele tinha lucidez – restringir-se a elas fazia o tira-gosto, sinônimo de aperitivo, de fato, ser concebido ao pé da letra, pois tirava o gosto fantástico dos estímulos geniais particulares, para o jovem, bem mais recreativos.
E, numa hora média de uma manhã de outono, durante o intervalo das aulas, caminhando pela zona proibida do amplo pátio do colégio em que estudava, avistou um terreno anexo à retaguarda da edificação.Clicando aqui, você lê o conto completo


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Políticos ladrões são facilmente digeridos pelo aparelho digestivo dos brasileiros, mas arrogância não!
A arrogância estraga tudo. Pode levar a minha carteira, mas não olhe no fundo dos meus olhos e me diga que és um excelente trombadinha. Isso ninguém admite.
Até os artistas brilhantes e as mentes acima da média perdem o encanto quando um homem deixa a altivez do ego subir à cabeça e emite, desdenhosamente, aquele sorrisinho soberbo. Ninguém suporta.
Vicente Viscome fez isto. Após conseguirem, heroicamente, barrar mais uma abertura da CPI da máfia dos fiscais, todos os malandros vereadores quedaram-se humildes, menos o senhor Vicente Viscome, que começou a gargalhar adoidado e fazer gestos obscenos no meio do plenário.
Aquela imagem foi exaustivamente reprisada em câmera lenta e o paulistano médio ficou com sangue no zóio.Clicando aqui, você ouve a crônica
A arrogância estraga tudo. Pode levar a minha carteira, mas não olhe no fundo dos meus olhos e me diga que és um excelente trombadinha. Isso ninguém admite.
Até os artistas brilhantes e as mentes acima da média perdem o encanto quando um homem deixa a altivez do ego subir à cabeça e emite, desdenhosamente, aquele sorrisinho soberbo. Ninguém suporta.
Vicente Viscome fez isto. Após conseguirem, heroicamente, barrar mais uma abertura da CPI da máfia dos fiscais, todos os malandros vereadores quedaram-se humildes, menos o senhor Vicente Viscome, que começou a gargalhar adoidado e fazer gestos obscenos no meio do plenário.
Aquela imagem foi exaustivamente reprisada em câmera lenta e o paulistano médio ficou com sangue no zóio.Clicando aqui, você ouve a crônica


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Em meados do mês de novembro de 1985, época em que o natal começa a permear a fantasia coletiva, a professora de artes pediu a nós, crianças de oito anos que cursavam a segunda série, que desenhássemos o Papai Noel. Seria realizada uma votação, entre os próprios alunos, para decidir qual dos desenhos era o mais bonito.
Nunca fui hábil na técnica de contornar figuras manualmente, por isso não dei muita importância àquela tarefa.
Nunca fui hábil na técnica de contornar figuras manualmente, por isso não dei muita importância àquela tarefa.
(Trecho da crônica para rádio "O que eu aprendi com o Papai Noel")
Clicando aqui, você ouve a crônica

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E eu não sei
Se esse é o momento
Mas esperei
Você e seu passo lento.
Que demorou
Tardou a chegar
Mas quando chegou
Chegou pra ficar.
Você mudou a minha vida
A coisa velha foi destruída
E algo novo...
Nasceu! Nasceu!
Chegou pra ficar!
Chegou pra ficar!Clicando aqui, você assiste ao making off da Banda Lyra Azul no estúdio
Se esse é o momento
Mas esperei
Você e seu passo lento.
Que demorou
Tardou a chegar
Mas quando chegou
Chegou pra ficar.
Você mudou a minha vida
A coisa velha foi destruída
E algo novo...
Nasceu! Nasceu!
Chegou pra ficar!
Chegou pra ficar!Clicando aqui, você assiste ao making off da Banda Lyra Azul no estúdio





