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Baralho Literário
A
O outro concordou tacitamente com os olhos. O que o fez ganhar confiança e passar a portar-se com menos formalidade. Mais relaxado, largou a busca por asserções que apoiavam a valia de sua vida sagrada e começou a narrar saborosos causos como o que o levou a tudo aquilo.
Ao falar da carta da moça de cinquenta e oito anos atrás, Artelírio percebeu o desconforto dele. Boquiaberto, balbuciou vocábulos quase inaudíveis.Clicando aqui, você lê
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O segundo palestrante, biólogo atuante no Greenpeace, foi bem mais moderado. Consentiu alguns tópicos evidenciados pelo precoce colega, mas salientou que deveria ser aplicado um policiamento geoclimático para impedir que a ganância do setor industrial ameaçasse a natureza no que tange a poluição.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Ela passou um cintilante batom cor-de-rosa na boca. Eca! Pintou algumas luzes naquele cabelinho pixaim, vestiu uma mini-saia vermelha que a mãe dela deve ter conseguido na feira, através de alguma permuta por quiabos ou repolhos, e fez a desgentiliza de calçar um salto alto roxo, tão alto que fazia-a chegar a quase um metro e cinquenta de altura.
Ai, ai, ai! Que constrangimento...Clicando aqui, você ouve a crônica
J
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