Baralho Literário




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Enredo que ressonava somente dentro de mim
É medo que só me dava no epicentro do fim
Lembrança de infância, brinquedo de plástico partido
Criança em vacância, tão cedo, sarcástico estampido.Clicando aqui, você assiste ao filme
É medo que só me dava no epicentro do fim
Lembrança de infância, brinquedo de plástico partido
Criança em vacância, tão cedo, sarcástico estampido.Clicando aqui, você assiste ao filme
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K


– Você não pode falar muito. Seu nome é Marcelo. Já se esqueceu do “Rap do Marcelinho”?
– Esqueci... e essa música foi apagada da memória coletiva.
– Mas eu não esqueci, viu? “Falam do Marcelo coisa bem profunda / Casou pra disfarçar / Só pra descansar a bunda / Solta essa franga, Marcelo / Solta essa bicha, menino / Que bom ser do babado / Ser bicha é divino. Tu é gay que eu sei!”.
– Obrigado por desenterrar.Clicando aqui, você lê
– Esqueci... e essa música foi apagada da memória coletiva.
– Mas eu não esqueci, viu? “Falam do Marcelo coisa bem profunda / Casou pra disfarçar / Só pra descansar a bunda / Solta essa franga, Marcelo / Solta essa bicha, menino / Que bom ser do babado / Ser bicha é divino. Tu é gay que eu sei!”.
– Obrigado por desenterrar.Clicando aqui, você lê
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Sonhos todos temos… o que muitas vezes nos falta é fôlego para correr atrás. O solavanco das ironias com as quais nos defrontamos pelo caminho chacoalha demais, principalmente porque não somos um só. Uma parte da gente sempre quer uma coisa enquanto a outra parte quer outra.Clicando aqui, você lê o texto completo
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