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Baralho Literário
A
Sugestionado pelo poeta que o escrevera, o governante cedeu ao seu ímpeto emocional e decidiu não expurgar uma economia intemperada que abalroaria os desvalidos. O texto disposto em versos fê-lo remeter-se a seu modesto exórdio, recordando a intrepidez laboral de seus progenitores para proverem o seu sustento e o de seus irmãos.
(Trecho do conto "O vestígio de vento que soprou na contrição")
Clicando aqui, você lê
A
3
De idiota pra malandro
Se transformou da noite por dia
Junto com o Paulo e com Sandro
Tocava na Casa da tia.

Mas ele queria dar de dedo
Na cara dos outros dois
E quem não ficava com medo
Retribuía com porrada depois.Clicando aqui, você lê a poesia cômica
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Pensamos que somos únicos e, de certo modo, somos mesmo, até certo ponto, mas é assustador quando descobrimos que sentimentos tão íntimos são comuns ao animal humano. Por um lado, é agradável porque nos sentimos mais compreendidos e menos sozinhos, mas, por outro, é ruim porque perdemos a sensação de individualidade, da qual sentimos um orgulho besta por acharmos ser o diferencial.Clicando aqui, você lê o texto completo
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