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Baralho Literário
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Levei-a ao meu apartamento e curti o fim daquela tarde de outubro de 2004. Só que mal os semens foram assassinados pelo estancamento do tubo de látex, ela tirou o celular do bolso para solicitar o serviço de um taxista. Eu fiquei lá, olhando para o teto, sem entender direito o que ocorrera.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Eles queriam ter a praxe que eu tinha, sem compromisso, sem ter que dar satisfação pra ninguém, entretanto, não olhavam a desvantagem dos momentos de carência e solidão, é claro. Veem as pingas que eu tomo e não veem os tombos que e levo. Mas nem todo mundo bota olho gordo, havia aqueles que sorriam pra mim, que admiravam os meus costumes, sem que suas bolinhas do centro dos braços fumegassem.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Naquela quinta-feira, cheguei quarenta minutos mais cedo ao trabalho e passei na padaria pra tomar café da manhã. Pedi uma média com leite e um croissant, liguei o meu notebook e comecei a escrever. Estava concentrado, mas não pude deixar de prestar atenção no diálogo da mesa vizinha.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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