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Baralho Literário
A
Conservando a esperança de ser apenas uma vaga similaridade, padre Artelírio tirou o papel semissexagenário do bolso, exibindo-o ao confrade de batina, que, por seu turno, engoliu seco e deixou escorrer uma lágrima pelo canto esquerdo da face, que denotava a sua amargura aflitiva, confirmando com um leve aceno de cabeça que recebera a mesma carta com idêntica letra, também há cinquenta anos.Clicando aqui, você lê o conto completo
A
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De idiota pra malandro
Se transformou da noite por dia
Junto com o Paulo e com Sandro
Tocava na Casa da tia.

Mas ele queria dar de dedo
Na cara dos outros dois
E quem não ficava com medo
Retribuía com porrada depois.Clicando aqui, você lê a poesia cômica
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Se eu fosse um país, adoraria ser a Eslováquia, pra ficar grudadinho, durante tantos anos, com a República Tcheca (como cantaram os Raimundos, nos anos noventa, fazendo uso de outras palavras: "Eu queria ser o banquinho da bicicleta…").
(Trecho da crônica para rádio "Eu queria morar na República Tcheca")
Clicando aqui, você assiste ao filme com animação gráfica
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