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Baralho Literário
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Em vez de ficar ansioso e reforçar a minha paranoia de olhar pro relógio de dois em dois minutos, resolvi curtir uma das atividades que mais aprecio: cinema! Não é todo mundo que pode dar-se ao luxo de pegar um cineminha em plena tarde de terça-feira. Grande coisa. Também não é todo mundo que está sendo incomodado por um violento oxiúrus e, mesmo assim, acha que vai ter concentração pra assistir a um filme.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Para ilustrar sua teoria, ele colocou o cálice vazio de vinho em cima do armário do escritório de seu interlocutor, amassou um pequeno pedaço de uma folha do bloco de notas que estava sobre a mesa, posicionou-se de costas a uma distância de cerca de quinze metros do alvo e arremessou a bolinha que, como era de esperar-se, passou distante do copo. O pároco gabou-se de seu erro premeditado, proferindo frase pontualmente ascética.Clicando aqui, você lê
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Ê, laiá! Lá vou eu de novo! Que droga! Detesto ir ao banco. Com toda a tecnologia de hoje e ainda há pepinos que não podem ser resolvidos pelo telefone ou pela internet. Havia de ir ao banco sem livro mesmo. Se houvesse fila, ainda restaria o meu cocuruto meditabundo e a probabilidade de descolar um papo agradável com o infeliz da frente ou com o infeliz de trás, que, assim, como eu, penavam as amarguras de aguardarem a sua vez, numa fila do cão.Clicando aqui, você ouve
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