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Baralho Literário
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Deitei de bruços, na maca, conformado, achando que era o auge da humilhação. Doce ilusão…
– Você se incomoda se eu chamar a minha colega para que ela me ajude a examinar você?
Ela tomou o meu silêncio como um sim…
(Trecho da crônica para rádio "Cheguei ao cume do sucesso!")
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– Vó, por que o coelhinho me deu esse ovo de chocolate?
– Porque é páscoa. Quem é esse barbudinho aqui da foto? A vovó já falou que o nome dele é Jesus. A páscoa é uma festa pra mostrar que gostamos de Jesus.
– Quem não come chocolate não gosta de Jesus?
(Trecho da crônica para rádio "Vinicius não quer ovo de páscoa")
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Eu nunca tive nenhum motivo para supor que as mazelas constituíssem tão somente um lugar alheio. Muito pelo contrário, pois os desapontamentos estiveram presentes no interior do meu próprio lar e advindos dos meus progenitores, inclusive. Mas, o debruçamento sobre a arte de traçar versos foi uma ferramenta útil para aliviar as lágrimas. E quiçá tenha reforçado a minha boa vontade em relação aos mais antigos.Clicando aqui, você lê
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